Verdade Histórica vs. Lenda
Relatos das histórias da maioria das artes marciais são geralmente deturpados por falta de evidências genuínas que provem as afirmações feitas. Quase sempre, a “evidência” é apenas relato anedotário ou legendário inaceitável em qualquer outro campo.
Além disso, preocupações nacionalistas mesquinhas geralmente se insinuam na história. Cada estilo está ligado a uma tradição particular ou cultural que o autor se dispõe a elogiar. Esse nacionalismo não tem lugar numa tentativa de estabelecer um estilo eficaz de combate.
A Arte Suave
O termo “arte suave” tinha como objetivo transmitir a idéia de tudo que o Jiu-Jitsu representa – tanto o clássico japonês, quanto o moderno brasileiro -, a idéia de usar a própria força do modo mais eficiente. Em vez de resistir à força com a força, a idéia é ceder à força e então usar a força do oponente contra ele.
"A idéia é usar uma técnica eficiente de modo inteligente para sobrepujar a força bruta e a agressão – essa é a parte central da filosofia de Jigoro Kano um estudioso do Jiu-Jitsu."
É seguindo esse principio que um homem menor pode ter esperança de derrotar um homem mais forte e maior. É nesse sentido que uma arte que ensina a enfiar os dedos nos olhos, estrangular, golpes na virilha, etc. pode ser chamada de “arte suave”.
Escolas & Declínio Samurai
Várias ryu ou escolas de Jiu-Jitsu surgiram no Japão, cada uma com sua ênfase particular. Algumas se concentram em luta corpo-a-corpo no chão, outras em projeções em pé e outras em socos e pontapés.
Enquanto o Japão manteve uma sociedade feudal baseada nas vitrines guerreiras, o Jiu-Jitsu cresceu em importância. Entretanto, as enormes mudanças sociólogos do país, quando o feudalismo foi abandonado em favor de uma modernização do tipo ocidental, tornaram essa fase da história do Jiu-Jitsu completamente inútil.
Origens Históricas
As origens do Jiu-Jitsu brasileiro vieram do Japão mais ou menos no começo do século XX. O Jiu-Jitsu existia há séculos no Japão. Sua origem não é muito clara.
A Índia é muitas vezes considerada como a fonte original do Jiu-Jitsu, embora não tenhamos evidencia suficiente para verificar esse fato. Textos japoneses antigos fazem referência a vários estilos de luta corpo-a-corpo, e em muitos documentos antigos, encontramos cenas da antiga técnica do Jiu-Jitsu que podem ser reconhecida pelo aluno moderno da arte.
Com o fim dos samurais e da tradição marcial, caiu a demanda pelo Jiu-Jitsu, o que contribuiu para o fim do Jiu-Jitsu clássico no Japão. Por volta de meados e fim do século XIX, o Jiu-Jitsu estava em franco declínio.
Jigoro Kano (1860 – 1930)
O Reformador
A Reforma de Kano
Jigoro Kano resolveu dedicar-se ao estudo e mudar a história do Jiu-Jitsu por causa das provocações de que era alvo no colégio. Depois de aprofundar-se no estudo, ele se tornou um grande conhecedor de vários estilos e finalmente fundou seu próprio dojô. Estudando o Jiu-Jitsu, Kano encontrou vários problemas que deveriam ser resolvidos.
Problemas Sociológicos & Técnicos
O Jiu-jitsu naquela época perdia popularidade. Havia perigo de a arte morrer completamente. Além disso, grande parte dos praticantes eram de malfeitores que davam um péssimo nome à arte. O público considerava o Jiu-jitsu e seus praticantes violentos e arcaicos.
Na verdade, o clássico não passava de uma coleção de técnicas isoladas, sem uma estratégia geral. Resumia-se a um acúmulo de “truques” destinados a suplantar o oponente.
O Dilema do Kata vs. Realidade
"O kata se relaciona com a luta real como uma bicicleta ergométrica se relaciona com uma bicicleta de verdade."
O Jiu-jitsu clássico era ensinado quase inteiramente por meio do Kata – sequências predeterminadas onde os oponentes não resistiam um ao outro. Isso era necessário porque muitos movimentos (dedos nos olhos, golpes na virilha) não podiam ser treinados com força total.
A Solução: Kodokan 1921
Kano procurou rejuvenescer o Jiu-jitsu com uma reforma completa: montando um processo didático com bases da educação física, um sistema de competição com regras leais e um código de conduta moral baseados na prosperidade mútua.
Curioso para aprender na prática?
A teoria é fascinante, mas o Jiu-Jitsu só se revela no tatâmi. Venha sentir a eficiência técnica que mudou o mundo das lutas.
Agendar Minha AulaA Genialidade: Randori
A originalidade e a genialidade de Kano na história do Jiu-jitsu estão no fato de ter percebido a necessidade de uma revisão radical no modo de treinar.
Princípio da Eficiência
Era necessário fazer o uso mais eficiente possível das energias mental e física. Com este princípio em mente, Kano estudou novamente todos os métodos de ataque e defesa.
Ele descartou os movimentos que não estavam de acordo e substituiu por técnicas em que o princípio estava corretamente aplicado.
O Treino "Ao Vivo"
O elemento crucial que Kano insistiu na sua Escola Kodokan foi o Randori. A ideia era os alunos treinarem “ao vivo”, cada um tentando do melhor modo possível aplicar a técnica no outro.
- Familiaridade com resistência real humana.
- Agilidade física, mental e velocidade de reação.
- Preparação para o combate imprevisível.
Segurança para Evolução
Para possibilitar o Randori, Kano viu que teriam de ser abolidos os movimentos perigosos (dedos nos olhos, pontapés na virilha). Chaves de articulações foram limitadas ao cotovelo. Isso permitiu que os alunos treinassem diariamente com 100% de força sem ferir gravemente o parceiro, algo impossível no método antigo.
O Paradoxo do
Randori
Essa prática de remover os elementos perigosos da arte marcial para que os alunos possam treinar melhor pode parecer estranha.
Afinal, uma arte marcial não seria mais mortal e eficiente se os alunos aprendessem e praticassem movimentos perigosos e dolorosos como os do Jiu-jitsu clássico? Retirar essas técnicas não enfraquece a arte marcial?
A Inovação de Kano
"Kano percebeu que a eficiência da arte marcial não é determinada unicamente por seu repertório de técnicas, mas também pelo método de treinamento."
Há um certo paradoxo na ideia de fazer uma arte mais eficiente no combate removendo as técnicas perigosas. Kano viu que um lutador que treina com toda sua força com um oponente que opõe resistência, em combate "seguro", será mais eficiente do que o lutador que sempre treina com técnicas "mortais" com um parceiro cooperativo.
Seguro ≠ Ineficaz
As técnicas "seguras" são seguras apenas no sentido de que podem ser interrompidas antes da lesão. Numa briga de rua, podem ser usadas para quebrar um braço ou apagar um oponente. Treinar desse modo representou um imenso avanço na história do Jiu-jitsu.
A Vitória do Método
Kano abriu sua escola, a Kodokan, na década de 1882. Com o tempo houve uma transição natural, onde o Jiu-jitsu da escola Kodokan passou para "Judô Kodokan".
O ponto alto da obra de Kano foi demonstrado em 1886. A Polícia procurava uma arte marcial eficiente para seus membros. Uma competição aberta de artes marciais foi realizada. A vitória seria daquele que conseguisse derrubar ou finalizar o oponente.
O Julgamento Final
"Os alunos da Kodokan enfrentaram os mais poderosos lutadores do Jiu-jitsu clássico. Quando terminou, a Kodokan era a vencedora, tendo ganhado quase todas as lutas. Esse foi um momento decisivo na história do Jiu-Jitsu, marcando a despedida do estilo clássico."
Os métodos inovadores de treinamento de Kano foram bem-sucedidos. Essa transição criou proporções mundiais a partir das viagens feitas por Kano e seus discípulos.
Significados Profundos
O Nome Kodokan
- KO Fraternidade
- DO Caminho
- KAN Academia ou Escola
Expansão Global
Discípulos viajaram o mundo disseminando o método. Um desses discípulos, Conde Maeda Koma, viajou para a América do Sul até chegar ao Brasil, plantando a semente do que viria a ser o Jiu-Jitsu Brasileiro.
O Tempo
1915Chega hoje a troupe de lutadores japoneses
Chega hoje, a bordo do paquete “Pará”, a troupe de lutadores japoneses de “jiu-jitsu”, que vem fazer as delícias dos freqüentadores do Theatro Politheama.
Essa troupe que é chefiada pelo Conde Koma, campeão mundial de “Jiu-jitsu”, desembarcará em trajes orientais, percorrendo as ruas em automóveis.
Mitsuyo Maeda:
O Conde Koma
Um dos melhores alunos de Kano foi Mitsuyo Maeda (1878–1941), mais conhecido como Conde Koma. Ele foi enviado ao Brasil em missão diplomática para receber os imigrantes japoneses e fixá-los no país.
Maeda firmou-se em Belém e, como sensei 5º dan da Kodokan, passou a lecionar as técnicas secretas. Chegou ao Brasil em torno de 1914, realizando desafios em Porto Alegre, Rio, São Paulo e Manaus.
A Confusão Terminológica
Neste período, o termo “Kano Ju-jutsu” era utilizado para se referir à parte técnica, enquanto Judô referia-se à filosofia. O nome Judô só foi oficializado pelo governo japonês em 1925.
Por isso, quando chegou ao Brasil, era comum que os japoneses chamassem aquela luta de ju-jutsu ou kano ju-jutsu, gerando a nomenclatura que marca a história do Jiu-Jitsu Brasileiro até hoje.
Nossa Linhagem
O conhecimento que ensinamos hoje viajou por gerações, de mestre para discípulo.
Não fique apenas lendo a história
O verdadeiro Jiu-Jitsu Japones (e Brasileiro) só pode ser compreendido no tatâmi. A linhagem MXT está de portas abertas para você.
Agendar Aula ExperimentalA Fundação Gracie
De Belém para o Rio: O nascimento de um império.
"A terminologia 'jiu-jitsu' era utilizada pelos brasileiros para referir-se à luta japonesa Kano Ju-Jutsu. E foi por este nome que ficou conhecida a luta que Maeda ensinou ao se estabelecer no Brasil."
Foi em Belém do Pará que Maeda fixou residência e abriu sua academia. Lá, conheceu Gastão Gracie, pai de 8 filhos (5 homens). Gastão tornou-se entusiasta e levou seu filho, Carlos, para aprender aquele estilo de luta que tornava Maeda campeão de quase todos os desafios.
Enquanto outros japoneses como Geo Omori difundiam o moderno Jiu-jitsu em São Paulo, o pequeno e frágil Carlos Gracie encontrou no Jiu-jitsu o meio de realização pessoal que lhe faltava.
O Caminho do Rio (1925)
Com 19 anos, Carlos transferiu-se para o Rio de Janeiro com a família. Viajou por outros estados, ministrou aulas e venceu adversários mais fortes fisicamente. Mas foi em 1925 que a história do Jiu-jitsu mudou para sempre.
Ele abriu a primeira Academia Gracie de Jiu-jitsu no Rio de Janeiro. Convidou seus irmãos Oswaldo e Gastão para assessorá-la e assumiu a criação dos menores: George (14 anos) e Helio (12 anos). A partir daí, Carlos transmitiu seus conhecimentos aos irmãos, adequando e aperfeiçoando a técnica à condição física franzina característica de sua família.
Filosofia Gracie
Detentor de uma eficiente técnica de defesa pessoal, Carlos Gracie encontrou no Jiu-jitsu um meio para se tornar um homem mais tolerante, respeitoso e autoconfiante.
Desafios e Fama
Com o objetivo de provar a superioridade da arte, Carlos desafiou grandes lutadores e gerenciou a carreira dos irmãos. Lutando contra adversários 20, 30kg mais pesados, os Gracie conseguiram notoriedade nacional.
A Evolução Brasileira
Os irmãos Gracie escreveram um novo capítulo na história do Jiu-jitsu com vantagens únicas que permitiram transformar a arte japonesa em algo imbatível. A família funcionava como uma "equipe de pesquisa" dedicada ao combate.
O Fator Numérico
Nunca faltavam parceiros de treino. Os quatro irmãos tiveram muitos filhos, que por sua vez tiveram outros filhos. Todos alunos ávidos e professores, criando um laboratório vivo de testes técnicos.
Dedicação Integral
Eles ensinavam Jiu-jitsu para viver, devotando todo o tempo ao estudo. Hélio Gracie, por exemplo, passou anos refinando a técnica, buscando sempre o uso mais eficiente da força e alavanca.
A "Vantagem" do Tamanho
Sendo homens pequenos, a falta de volume físico obrigou os Gracie a refinar a técnica a um grau extraordinário. A perfeição técnica tornou-se a única chave possível para a vitória.
Autonomia Radical
Os Gracie foram além, abolindo o "mate" (parar) no solo e criando um novo modelo de competição. A autonomia permitiu rejeitar a tradição cega.
É comum nas artes marciais tradicionais ver modificações como negativas. Para os Gracie, eficiência — não tradição ou veneração — era o único critério.
"Eficiência é o único critério."
Ao remover as limitações impostas pela etiqueta tradicional, o Jiu-Jitsu Brasileiro evoluiu para se tornar a arte de combate singular mais efetiva do mundo.
Jiu-Jitsu é muito mais que luta
É sobre autonomia, confiança e eficiência. Dê o primeiro passo para transformar sua mente e seu corpo na MXT Academy.
Quero Mudar de VidaGenialidade Gracie:
O Novo Sistema
O Jiu-jitsu e o judô clássicos que Maeda ensinou aos Gracie tinham vários elementos revolucionários. Maeda não só mostrava as técnicas, mas também o método de treinamento do randori (confronto olímpico).
A genialidade inovadora dos Gracie consiste em estabelecer e modificar as regras, montando um novo sistema de competição. Ao abolir o "mate" (parar) no solo, eles forçaram a evolução técnica e estratégia da luta de chão.
A Visão de Kano (Educador)
Kano era um educador público. Ele queria que o Judô fosse seguro para o desenvolvimento moral e social dos cidadãos. Para isso, eliminou elementos perigosos como pressão no rosto e limitou o tempo de luta no chão (newaza) para tornar o esporte esteticamente elegante e olímpico.
Eficiência vs Limitação
Rejeição dos Limites
O clã Gracie, analisando a história do Jiu-jitsu, viu o efeito negativo das limitações de Kano (sociais, morais e estéticas) e as rejeitou por completo. Sua preocupação não era com a educação social, mas com a eficiência no combate real.
Nascimento do MMA
Seguindo Maeda, eles participavam de "desafios" (Vale-Tudo) para provar a eficiência. Quando os Gracie foram para a América do Norte, muitos lutadores marciais os criticaram usando os mesmos argumentos "morais" que Kano usava.
"Eles rejeitaram o que eram obstáculos para o desenvolvimento de um estilo eficiente de combate corpo-a-corpo no chão."
A Matemática da Luta
A maior inovação dos Gracie na história do Jiu-jitsu foi criar um sistema de pontos que espelha exatamente a realidade de um combate. Não é apenas esporte, é um simulador de sobrevivência.
Os Gracie compreenderam que levar o oponente ao chão anula socos e pontapés, colocando-o em um ambiente desconhecido. Essa lógica fundamentou a criação do sistema de pontos.
Cada ponto representa uma posição vantajosa em uma luta real. Ao treinar com esse sistema, a estratégia de combate real fica gravada nos instintos do aluno.
A Hierarquia de Posicionamento
A Guarda (Neutro/Defensivo)
Mesmo por baixo, se você mantém o oponente entre as pernas, você tem controle. É uma barreira defensiva que permite finalizar ou raspar.
O Perigo da Passagem
Se o oponente passa suas pernas, ele superou sua melhor linha de defesa. Ele pode golpear, finalizar ou progredir. Por isso, esse sucesso vale 3 pontos.
O Objetivo Final
A Finalização
"Por mais atrás que você esteja nos pontos, se fizer seu oponente declarar-se vencido, você ganha."
"Uma vez essa metodologia adotada e automatizada, é só um pequeno passo para preparar o aluno para a competição de MMA. Todos os hábitos estratégicos já foram estabelecidos."
A Tocha foi Passada
A história do Jiu-jitsu não parou em 1925. O fogo do conhecimento viajou através das décadas, passando de mão em mão, de mestre para discípulo. A responsabilidade de manter a essência da eficiência viva atravessou gerações — de Carlos e Helio para lendas como Rickson Gracie, passando por Marcelo Behring e pela Cia Paulista.
Hoje, essa tocha está em nossas mãos.
Max Trombini
Fundador MXT Academy
"Nossa missão na MXT Academy não é apenas ensinar uma luta. É honrar o sangue e o suor de quem veio antes de nós. Nós somos a evolução dessa história. Aqui, a tradição do passado encontra a metodologia do futuro."
Você não está apenas entrando em uma academia.
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A história não termina aqui. Ela continua em cada degrau da sua evolução. Descubra o significado de cada cor, o tempo de permanência e o que é exigido para alcançar a próxima graduação na MXT Academy.
Perguntas Frequentes
Respostas rápidas sobre a história do Jiu-Jitsu e suas origens.
Quem criou o Jiu-Jitsu Brasileiro?
O Jiu-Jitsu Brasileiro foi desenvolvido principalmente pelos irmãos Carlos e Hélio Gracie. Eles adaptaram as técnicas de Kano Ju-Jutsu (Judô) ensinadas pelo mestre japonês Mitsuyo Maeda (Conde Koma) em Belém do Pará, focando no uso de alavancas e luta de solo para permitir que uma pessoa mais fraca vencesse uma mais forte.
Qual a origem do Jiu-Jitsu?
Acredita-se que as raízes do Jiu-Jitsu remontem à Índia antiga, criada por monges budistas. De lá, viajou para a China e chegou ao Japão, onde foi refinado pelos Samurais. Séculos depois, Jigoro Kano organizou essas técnicas no Kodokan Judô, que posteriormente deu origem ao Jiu-Jitsu Brasileiro.
Qual a diferença entre Jiu-Jitsu Japonês e Brasileiro?
O Jiu-Jitsu Japonês tradicional (Ju-Jutsu) foca mais em defesa pessoal, projeções e controle em pé, muitas vezes visando neutralizar o oponente rapidamente. O Jiu-Jitsu Brasileiro (BJJ) especializou-se na luta de solo (Ne-Waza), guardas e finalizações, permitindo controlar o oponente no chão por longos períodos antes de finalizar.
Quem foi o Conde Koma?
Mitsuyo Maeda, conhecido como Conde Koma, foi um mestre de Judô (Kano Ju-Jutsu) e aluno direto de Jigoro Kano. Viajou o mundo vencendo desafios de vale-tudo e fixou-se no Brasil em 1914, onde ensinou suas técnicas a Carlos Gracie, dando início à linhagem do Jiu-Jitsu Brasileiro.
Quantas faixas existem no Jiu-Jitsu?
No sistema da IBJJF para adultos, as faixas principais são: Branca, Azul, Roxa, Marrom e Preta. Após a faixa preta, existem graus e faixas especiais como a Coral (Vermelha e Preta) e Vermelha (Grande Mestre 9º e 10º grau).
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